Nos países pobres as pessoas precisam fazer coisas absurdas para se sustentar. Em Uganda, por exemplo, há o ofício informal de comedor de bichos (vivos). Pessoas que são pagas para provar especiarias exóticas como lagartas, cobras, lesmas, sapos, ratos, insetos, etc. Namenya, um jovem que morreu recentemente por ter ingerido um camaleão, cobrava cerca de R$1,7 para degustar uma cabeça de cobra ou lagarta, R$1,15 pelo sapo, R$0,57 pelo rato e R$0,23 pela borboleta.
Fonte: Terra
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
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